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Chego ao pedágio e estou "liso". E agora!?

Dia desses peguei a rodovia Castello Branco em direção a Alphaville. Ao chegar à praça de pedágio de Osasco (SP), no km 18, notei que não tinha os R$ 3,30 (!) para pagar. Tampouco tinha folha de cheque (a concessionária só aceita pagamento em dinheiro ou cheque). O que fazer? "Ah, pare ali adiante, que um funcionário vai orientá-lo", disse a atendente.

As instruções consistiam em enviar um e-mail para evasoes.viaoeste@grupoccr.com.br relatando o fato, fornecendo marca, modelo, cor e placa do carro. Recebo a resposta. Para não caracterizar evasão de pedágio (infração grave, multa de R$ 127,69 e cinco pontos na carteira), tenho cinco dias para voltar à praça de pedágio (vou ter de desembolsar no mínimo mais R$ 6,60, ida e volta...), avisar sobre o ocorrido fornecendo a placa e aí sim, pagar o pedágio "atrasado".

Detalhe: quem comete esse tipo de erro não tem direito a reincidência, pois a placa fica registrada na concessionária CCR ViaOeste. Ah, não é preciso voltar com o carro (pode ser com outro carro ou até de moto...), nem ser a própria pessoa. Ou seja, se tiver um amigo que vai passar pelo pedágio, ele pode pagar para você, fornecendo a placa.

Bom saber.

Por: Luís Perez às 13h11

Está difícil a vida da JAC

Não está mesmo nada fácil a vida da JAC Motors Brasil. Dificuldades de financiamento no BNDES, morosidade nas licenças e equipamentos muito mais caros se comprados aqui do que se importados da Coreia do Sul estão fazendo com que a previsão de inauguração da fábrica de Camaçari (BA) passe do final deste ano para meados de 2015. Mais detalhes aqui.

Por: Luís Perez às 14h02

Segurança relativa

Nem sempre o estacionamento é o lugar mais seguro para parar um carro, de teste ou não

Dia desses a simples postagem de uma foto pelo Eduardo Pincigher no Facebook foi suficiente para iniciar uma discussão. Era a placa de um estacionamento indicando que o preço único para deixar o carro lá era de R$ 20. Em sua postagem, dizia: “E daí que o carro não é meu? Cuido como se fosse...”. Claro que ele quer dizer que um automóvel guardado na segurança de um estacionamento é menos vulnerável a surpresas desagradáveis. Pode ser, mas acho que nem sempre.

Na hora me vieram à mente dois episódios. O primeiro deles já faz 22 anos. Parava meu primeiro carrinho, um Fiat Uno CS 1986 (o ano do fato era 1992) comprado guardando cada centavo de um ano de trabalho, em um estacionamento a duas quadras do jornal em que trabalhava. Ia ao lançamento do livro “As Fêmeas”, do Marcelo Rubens Paiva, à noite. Cheguei para pegar o carro, ao que o manobrista me disse: “Ah, seu irmão passou aqui e levou o carro para polir”.

Opa, como assim? Que horas foi isso? “Ah, à tarde.” E não devolveu até agora (eram 19h30, mais ou menos)? Ah, nem sei por que estava perguntando essas coisas. Afinal, eu nem tenho irmão! Do alto de seu poder de dedução, o manobrista disse: “Ih, acho que roubaram seu carro...”. Não tinha seguro. De qualquer forma, foi recuperado uma semana depois, sem o som, mas em um estado mais ou menos aceitável. Logo depois vendi.

O segundo episódio é mais recente e grave. Não aconteceu comigo e nem faz tanto tempo – foi em novembro de 2011. Uma médica, que trabalhava em Higienópolis, deixou o carro em um estacionamento na avenida Angélica e foi a seu plantão (portanto ficaria um bom tempo por lá...). O manobrista então decidiu fazer um “agrado” a dois amigos e emprestou o Kia Carens da médica para que os dois fossem a uma festa em Caieiras (Grande São Paulo), no sábado à noite.

Acontece que, depois de uma manobra proibida de entrar na contramão da avenida Raimundo Pereira de Magalhães, o carro da médica bateu de frente com um Palio que seguia pelo sentido correto. Dois dos ocupantes do Fiat morreram na hora. Uma história trágica, mas da qual sempre me lembro quando um estacionamento exige que se deixe a chave, ainda que haja uma vaga que não vá atrapalhar a saída de outro veículo.

Evito deixar o carro em estacionamento que pede a chave. Quando o faço, pode parecer neurose, mas fotografo a quilometragem e o estepe (este por conta de furto ou troca). Não acho que estacionamento seja o local mais seguro para guardar um carro. E faço como o Pincigher: cuido do carro como se fosse meu, o que pode significar deixar na rua mesmo.

Explico: uma vez fui a um bar na rua Cardeal Arcoverde, em Pinheiros (zona oeste de São Paulo), com um Audi Q7. Diante das opções oferecidas – estacionamento distante ou valet –, achei melhor para na rua mesmo. Não na Cardeal, mas na Joaquim Antunes, uma perpendicular, mais tranquila. Tenho em mente que os carros que são furtados por estar na rua são veículos mais básicos, como Volkswagen Gol, Fiat Palio e Ford Fiesta. Pouco provável que tentem forçar a porta de um Audi Q7 ou de um Mercedes-Benz C 180 para levar o carro ou o som (som???). O hábito já me rendeu muitas insinuações de que eu seria pão-duro. Mas, em alguns casos, acredito que parar na rua é muito melhor do que com um manobrista.

Que o diga Fabiana Paladino, que cuida da frota da General Motors – e aí vou me lembrar de uma terceira história, também não tão nova. Foi em 2002. Estava com uma Chevrolet Zafira de teste. Fui ao Piratininga Bar, na Vila Madalena. Parei com o valet. Semanas depois chega uma multa. Motivo: estacionar sobre a calçada em uma praça ali perto. Sabia que jamais havia estacionado sobre uma calçada. Olhei na agenda. Pelo dia, descobri aonde havia ido. Tinha a nota fiscal guardada. Falei com os manobristas. Eles admitiram o que haviam feito. A GM conseguiu receber. Mas, mesmo com todas as provas, foi uma senhora canseira.

Publicado originariamente no informativo Jornalistas&Cia Imprensa Automotiva

Por: Luís Perez às 19h32

Grupo Máquina assume conta da BMW

O grupo Máquina PR informa que assumiu a conta de comunicação com a imprensa do BMW Group Brasil, que inclui as marcas BMW, Mini e BMW Motorrad (divisão de motocicletas). Segundo comunicado, a agência será responsável pela gestão e pela execução de ações de relacionamento com a imprensa da fabricante alemã. Entre suas próximas responsabilidades, está a inauguração da fábrica de Araquari (SC) e o lançamento de diversos novos produtos.

Por: Luís Perez às 16h16

BMW dispensa agência que atendia a imprensa

A Visar, que realizava o atendimento à imprensa da BMW havia pelo menos cinco anos, não está mais com a empresa alemã no Brasil, que abriu concorrência para a escolha de uma nova agência – a vencedora deve ser anunciada em breve. Vale ressaltar que a Visar prestava um ótimo atendimento (e esperamos que a próxima mantenha o nível). Infelizmente o ciclo entre as duas empresas terminou.
 
É primordial um atendimento de qualidade sobretudo agora, que o BMW Group Brasil terá uma fábrica de automóveis no Brasil – até o final deste ano, modelos BMW e Mini fabricados em Araquari, norte de Santa Catarina, já circularão pelas ruas do país. A capacidade de produção será de 32 mil veículos por ano.

Por: Luís Perez às 11h51

Lição de como não tratar jornalistas

Hyundai Brasil apresenta série especial, leva três dias para disparar informações e diz que o critério para convidar "não está aberto a discussão"

Considero os últimos dias históricos. Sim, porque nunca havia verificado por escrito um caso de deselegância mais gritante do que o protagonizado pela Hyundai Motor Brasil, na figura de seu gerente sênior de Relações Públicas e Imprensa, Mauricio Jordão.

Já afirmei neste espaço que a forma como uma determinada empresa trata a imprensa, que é uma das principais pontes entre ela e seu consumidor, diz muito sobre sua índole e a forma como o considera. Isto posto, tenho motivos de sobra para manifestar um descontentamento extremo com a Hyundai Motor Brasil.

A Hyundai Motor Brasil organizou, na última sexta, dia 14, um evento no Museu do Futebol, que fica no estádio do Pacaembu, em São Paulo. Havia enviado a alguns órgãos de imprensa um convite que não deixava claro se tratar da apresentação de um produto – no caso, o HB20 Edição Copa do Mundo Fifa. Monitorando a internet ao longo do dia, começo a me deparar com informações detalhadas, com direito a preço de cada versão, bem como fotos, em alguns sites.

À noite escrevo para a assessoria de imprensa da marca e a Edelman Significa, que lhe dá apoio, para questionar se havia sido feita alguma divulgação. Como era muito tarde, não houve resposta. Soube então da apresentação por alguns colegas. Ela havia sido realizada, mas, ao contrário do que acontece com as áreas de imprensa profissionais, que trabalham sério, nenhum release foi disparado durante ou logo após a apresentação. Isso só seria feito na segunda, dia 17, período um tanto longo sobretudo em se tratando de internet. Três dias depois já seria notícia velha.

Diante de dois e-mails enviados por mim, na segunda recebo a resposta de Jordão, que faço questão de reproduzir aqui:

“A Hyundai Motor Brasil segue com sua estratégia de apresentar primeiro para um pequeno grupo de veículos de imprensa e depois distribuir o material em escala nacional.

A composição desses grupos varia conforme o assunto a ser apresentado. No caso específico do evento da última sexta-feira, contamos com a participação de certos veículos de imprensa dedicados ao Marketing, além da imprensa automotiva.

O critério de seleção dos convidados faz parte dessa estratégia e não está aberto para discussão”.

Interpreto esse boçal “não está aberto para discussão” como um “fazemos o que e como quisermos e não aceitamos a opinião de ninguém”. Nem para dar uma reposta mais diplomática, como “Sim, desculpe, deveríamos ter divulgado o material na sexta-feira”, “Podemos avaliar se não ficaram de fora veículos representativos” ou “Vamos levar em conta seu feedback para outras ocasiões”. Diversos veículos ficaram de fora, não tiveram informação, levaram bola nas costas e o descontentamento foi generalizado.

Infelizmente o HB20 é um assunto relevante. Sempre que é citado, a audiência cresce. O carro foi o mais buscado no Google no último ano e continua nas primeiras posições. Meu objetivo não era pleitear um lugar no evento, até porque não está entre os sonhos da minha vida conseguir um ingresso grátis para visitar o Museu do Futebol, que aliás já conheço.

Apenas acho que três dias é muito tempo a esperar para publicar novidades sobre um automóvel, por mais incautos sejam os que o compram, em razão de o produto estar aquém do que o consumidor brasileiro merece.

Em contato telefônico com Thais Nunes, da Edelman Significa, soube que decidiram não disparar as informações em respeito a veículos que tinham voo de volta a suas cidades no mesmo dia. “Mas internet muitas vezes publica as novidades praticamente em tempo real, quando a apresentação acontece”, ponderei. Ela: “Ah, mas tem os impressos...”.

Bem, a meu ver, tudo isso são peanuts. O cerne da questão é que começa a ser revelador de uma filosofia nada cordial para com a imprensa uma empresa que disponibiliza carros de teste apenas a 150 quilômetros da capital paulista (na linha do “Se quiser, é assim”...). E termina com um “o critério (...) não está aberto a discussão”. Será que é uma orientação da cúpula da empresa? Onde mesmo fica sua sede? Ah, acho que na Coreia do Norte...

Publicado originariametne no informativo Jornalistas&Cia Imprensa Automotiva

Por: Luís Perez às 15h02

Pagamento condicionado à publicação

Vida de frila tem diversas vantagens, mas se existe um senão é o pagamento só após publicado texto

Fenômeno do jornalismo contemporâneo, o profissional free-lancer leva uma série de vantagens em relação aos que prestam serviço como contratados em regime de CLT de uma empresa. São donos de seu próprio nariz, se perdem um cliente aqui, ganham outro ali, podem trabalhar a distância ou mesmo de casa, entre outras.

Embora edite o site Carpress e tenha feito outros trabalhos como contratado, nunca larguei a vida de frila. Simplesmente não consigo, mesmo quando o site atravessa boas fases comerciais que permitiram viver exclusivamente dele. E hoje contei. Da minha cama ao escritório de casa, são 25 passos. Talvez o trabalho se revelasse um martírio, não fosse a grande quantidade de reportagens nas ruas e viagens.

Já pensei em montar escritório externo. Custos altíssimos, trânsito e longos períodos de ausência (pelos tais trabalhos na rua ou fora de São Paulo) me fizeram abortar a ideia. Tempos atrás cheguei a fazer uma permuta com o jornal Destak, com o qual Carpress tinha um acordo editorial. Teria direito a duas estações de trabalho, com computador e telefone. Quase não ia. Estacionar na avenida Brigadeiro Faria Lima, onde fica o jornal, custava R$ 400 mensais, fora todo o resto.

Mas, trabalhando em casa, como fazer com os colaboradores? Simples: como eu, eles também podem trabalhar de qualquer lugar com um computador conectado à internet. Em novembro viajei a passeio para Nova York e deixei um colaborador tocando o dia a dia do site. Uma vez nos Estados Unidos, comprei um chip 4G para o celular e tinha acesso, em qualquer lugar, à internet.

O colaborador me avisava por Facebook ou Whatsapp quando um texto estava pronto. Do telefone mesmo, durante um passeio pelo Central Park ou de dentro do museu Madame Tussauds, eu conferia, editava se fosse preciso e por fim publicava. Essa mesma agilidade a gente tem para tocar os frilas ou fazer qualquer verificação que o editor peça.

Você dirá então que a vida de frila é uma maravilha... Mais ou menos. Fora a imponderável inconstância nos trabalhos, ainda existe uma praga que assola boa parte dos que vivem de colaborações diversas: o pagamento condicionado à publicação. Ora, se eu trabalhei, entreguei o texto e depois a reportagem caiu, não é problema meu.

Nisso a Editora Abril é exemplar. Diversos frilas que fiz para a revista Quatro Rodas foram remunerados, mesmo com a reportagem caindo – porque entrou anúncio, diminuiu o número de páginas, a reportagem não era o que o editor esperava (não por responsabilidade do repórter), entre outros motivos. No entanto, muitos veículos ainda perguntam, antes de pagar: “Sua matéria foi publicada?” Sinceramente, isso não me interessa. Da mesma forma, costumo brincar com um ou outro entrevistado, que pergunta quando a reportagem será publicada, que não sei, mas vou verificar e lhe informo. Sou pago para fazer, não para publicar a matéria.

Publicado originariamente no informativo Jornalistas&Cia Imprensa Automoativa

Por: Luís Perez às 11h53

Kia + Fiat = Volkswagen

Ação conjunta entre a novela da Kia e o BBB da Fiat teve Jetta como protagonista

Há alguns detalhes que só quem gosta de – ou evidentemente escreve sobre, que é o nosso caso – automóveis nota no dia a dia. É aquela reportagem, que afirma que Fulano de Tal tinha na garagem vários “carros importados”, quando o que se vê é um Honda Civic fabricado em Sumaré (SP) e um Toyota Corolla feito em Indaiatuba (SP). Ou mesmo naquele carro da novela, que foi misteriosamente trocado só naquele dia em que o personagem sofrerá um acidente – e nenhuma marca quer essa imagem associada a ela, ainda que em uma obra de ficção.

Nesta semana aconteceu mais uma vez. E foi na ação conjunta entre a novela “Amor à Vida” e o “Big Brother Brasil”, em que a personagem Valdirene, interpretada por Tatá Werneck, passaria algumas horas na casa do BBB. Todo mundo sabe que os carros que dominam a novela são da marca Kia. Por mais que haja corte em sua verba de publicidade, a empresa não abre mão dessa ação – que deve trazer um retorno fantástico. Por outro lado, desde sempre a marca de carros oficial do BBB é a Fiat. Os participantes sempre vão do hotel à casa em automóveis da marca.

Valdirene vai de Jetta à casa do BBB

Como então, na novela, levar Valdirene à casa do BBB? A TV Globo encontrou uma solução inusitada. Pelo visto, quis usar um carro “neutro” para a empreitada. Escolheu um sedã com rodas que não fossem as originais do modelo. Detalhe: qualquer telespectador atento veria que se tratava de um Jetta, da Volkswagen. Não, a marca alemã não deve ter feito nenhuma ação na novela. De qualquer forma, não deixa de ser curioso como a emissora solucionou o “conflito”.

Publicado originariamente no informativo Jornalistas&Cia Imprensa Automotiva

Por: Luís Perez às 16h46

Strip teaser

Diferentemente do que acontecia no passado, vivemos hoje a era dos pré-lançamentos

Alguma coisa mudou na relação entre fabricantes e seus lançamentos. Antes guardadas a sete chaves, as novidades que uma marca iria lançar ao longo do ano era um assunto tabu. Só se anunciava a chegada de um veículo no dia de sua apresentação à imprensa especializada. Hoje isso mudou – e a livre circulação de informações, sobretudo nos meios digitais, ajuda a explicar um pouco esse fenômeno.

Anos atrás, caso um jornalista ousasse perguntar sobre o lançamento do carro Y durante a apresentação do carro X, recebia como resposta duas variáveis: “Não comentamos lançamentos futuros” e “Por favor, hoje é o lançamento do carro X”. Vamos combinar que, nos dois casos, há uma certa deselegância por parte do interlocutor. Afinal, o trabalho do jornalista é perguntar. Mas vamos sobreviver...

Hoje vivemos a época dos pré-lançamentos. São vários. Exemplo clássico foi a chegada do novo Ford EcoSport, apresentado com protótipo (leia aqui), depois mostrado o motor, depois com um show e por fim o modelo propriamente dito, em ações que duraram quase um ano inteiro, ao longo de 2012. A fórmula parece ter surtido efeito, a ponto de a marca repetir a dose com New Fiesta e Ka, este último ainda no meio desse processo.

Fato é que aquela máxima de que “se revelarmos nosso lançamento o carro atual para de vender” parece ter se esvaído. A troca de modelos é vista como mais natural e o consumidor de certa forma aprendeu a pesar o bônus e o ônus de comprar um carro que está saindo de cena – bom nível de equipamentos a preço convidativo, porém com um design que vai durar pouco tempo e possivelmente (possivelmente não é certeza) esse fator pese no valor de revenda.

Chevrolet e Volkswagen são exemplos clássicos de como as coisas mudaram. Se no passado recorria-se até a armas de fogo para afugentar fotógrafos, hoje é comum a divulgação de teasers (caso do Onix) ou mesmo de uma “primeira foto oficial” (aconteceu nesta semana, com o up!, leia aqui) para provocar uma notícia (teaser é “provocação”). É uma forma de manter o controle da situação.

De qualquer forma, mostra que hoje em dia está difícil segurar a livre circulação das informações. Mas também é uma demonstração de amadurecimento do mercado.


Publicado originariamente no Jornalistas&Cia Imprensa Automotiva

Por: Luís Perez às 20h13

Sim, 2014 promete!

Coisa rara é romper o ano com pelo menos três lançamentos já agendados.

No dia 22 de janeiro, a Mercedes-Benz lança o sedã CLA.

Logo depois é a vez de a Audi apresentar o A3 Sedan, que começa vindo como importado e depois se tornará nacional.

A3 Sedan: primeiro importado, depois fabricado no Brasil

Na primeira semana de fevereiro, a Volkswagen lança enfim o Up! nacional.

Sim, em que pese o fato de 2013 ter patinado, 2014 promete.

Feliz Ano (Carro) Novo!

Por: Luís Perez às 22h29

Sobre o autor

Luís Perez é jornalista formado pela PUC-SP. Estudou também história na USP e marketing na ESPM. Trabalhou por 13 anos no jornal Folha de S.Paulo, onde exerceu diversas funções, nos últimos tempos a de editor de Veículos. Colabora com diversos veículos de imprensa, como revistas Quatro Rodas, Car and Driver e Jornauto, além do jornal Agora SP. É colunista do Jornalistas&Cia Imprensa Automotiva, dirigido a 1.200 profissionais do setor. Lançou e editou o jornal Prime Autos, primeiro veículo gratuito especializado em automóveis, e foi editor-executivo da revista Avião Revue, da Motorpress Brasil Editora. Criou, dirige e edita o site Carpress desde 2006 e o site Mazarine desde 2013.

Sobre o blog

Este blog se propõe a trazer ao leitor informações rápidas e, sempre que possível, exclusivas a respeito do mundo motorizado. Vale lembrar que, mais do que produto e economia, o tema automóveis mexe com questões de fundo social, cultural, emocional e interfere de forma decisiva em nosso cotidiano.

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